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Nunca vos aconteceu ter em casa uma quantidade de ervas aromáticas, que se está mesmo a ver que não vamos conseguir utilizar, e que depois se acabam por estragar? Seja porque comprámos a mais ou porque nos deram, e nem sempre temos oportunidade para utilizar logo, assim, fresquinhas? A mim, já…e como não gosto de desperdiçar, resolvi procurar processos simples, e baratos, de conservação.
Então é assim:
A adição de ervas aromáticas na confecção dos cozinhados substitui inumeras vezes o sal, o que torna a refeição mais saudável.
Preferencialmente, devem usar-se frescas, quando o seu sabor e aroma está no seu melhor, mas também se usam congeladas ou secas. A quantidade varia consoante o gosto e paladar de cada um, no entanto, deverá ter-se em conta que, quando secas, o sabor é mais concentrado, devendo por isso utilizar-se em menor quantidade.
Alguns exemplos de ervas que poderemos ter no quintal ou na varanda:
Alecrim
Cebolinho
Coentros
Endro
Estragão
Hortelã
Manjericão ou basílico (dois nomes para a mesma erva)
Orégãos
Salsa
Tomilho
Secar
Colocar as ervas, já limpas e secas, em cima de um pano estendido num tabuleiro, e por em forno brando com a porta entreaberta. Mexer/sacudir as ervas regularmente para garantir que fiquem secas por igual. Estarão prontas quando estiverem com um aspecto quebradiço. Retirar, deixar arrefecer, esmagar (num almofariz ou com o rolo da massa) e guardar em recipientes opacos, para que mantenham a côr e o sabor.
Congelar
Basta lavar, limpar, deixar secar e colocar em saquinhos de plástico ou picar e colocar em caixinhas, ou então em cuvetes, com um pouco de água. Congelar deste modo, permite que façamos um “cubo” de ervas que servirá de tempero para sopas ou guisados. É só misturar um pouco de cada erva e colocar na cuvete.
Atrevam-se!
